terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Amiga 'peluda'






Este poste é direcionado especialmente a uma 'pessoinha' peluda e carente, que chegou em minha vida em forma de um presente de Natal. Em dezembro de 2003, eu tinha 16 aninhos e decidi pedir um presente diferente. Eu morria de inveja das minhas amigas que tinham aqueles cachorrinhos lindos que dormiam na mesma cama que elas e só viviam com lacinhos e perfumados. Porém, na minha casa tem quintal e um dos meus vizinhos vive criando centenas de cães alienígenas, logo, o meu bichinho deveria ser mesmo restritamente 'doméstico'.


A dúvida foi cruel, mas no que diz respeito a pelos (pêlos) e ao tamanho, toda a minha família votou no mínimo possível (de ambos). Então, eu escolhi uma salsicha (como é popularmente conhecida). Sua raça também é confundida com o Bacet, que é um tipo muito parecido, porém, bem maior e mais babão. Minha pequenina é uma Dachshund de pelo curto. 


Ela se chama Kailani, um nome havaiano que significa 'A QUE GOSTA DE VIVER'. A princípio, eu juro que detestava limpar cocô e xixi em casa o dia todo (e quem não detestaria?). Era sempre assim, na hora de brincar, eram todos "meu totó pra cá","neném peluda pra lá", mas na hora de limpar e dar banho, era com a 'mamãe, aqui'.


Mas com o tempo, ela aprendeu a ir no quintal, a obedecer coisas bobas que nos deixam como 'pais babões'. Só quem tem um cachorro entende o 'orgulho' de ver um animal irracional obedecer a uma ordem idiota dada, por mais ridícula que seja. E não tem coisa mais gostosa do que acordar com esse bichinho esquentando o seu pé por debaixo do edredon e roçar as patinhas na porta pra ir até o quintal. 

1 comentários:

Anônimo disse...

oinw (eu e minhas onomatopéias ;x) a cachorrinha mais fofa do mundo *-*