sexta-feira, 17 de junho de 2016

Fora do padrão

Nada de posts bem elaborados, super pensados. Hoje preciso ser apenas eu. Nada mais.
Não vou me limitar a ter x parágrafos nem a revisar se o meu português está com vícios de Portugal. Preciso apenas escrever.

Desde que me lembro por gente (e isso me inclui devidamente alfabetizada) eu gosto de escrever.
Escrevia nos cadernos velhos, nos cadernos antigos do meu irmão, em diários e livros. Escrever sempre foi um dos maiores prazeres que desenvolvi na vida. Gosto muito mais de escrever do que de ler. E escrever qualquer coisa...



Esses dias estive pensando sobre: como é possível uma pessoa ser tão essencial na sua vida durante tanto tempo e num piscar de olhos (leia-se meses e anos) ela simplesmente deixa de existir pra você. Em uma tragédia de "o mundo vai acabar" você não pensaria eu deixar tal pessoa em segurança, se tivesse que escolher uma pessoa pra salvar, capaz de ser a tia do café no lugar dessa pessoa. 

Sim, é muito estranho imaginar isso. E posso dizer por mim que sempre tive casos desses. Amigas, ex-namorados, colegas de trabalho. É bizarro como eu consigo ser intensa em tudo (o que é perigoso), tanto em abraçar o novo como em esquecer o velho. Tenho sorte, eu acho. Não sei como evitar. 


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